Setor de construção civil espera nova demanda

Com o ritmo acelerado do crescimento da cidade, moradores e empresas investem na construção civil, seja para construir grandes prédios e empreendimentos ou para erguer a tão sonhada casa própria. Pela avaliação de proprietários e gerentes do ramo, em Porto Velho  cerca de 15% a 20% da demanda é de materiais para acabamento, como pisos e revestimentos e as tintas, mas o mercado já calcula que esse percentual aumente em breve.  Por enquanto, as vendas se concentram nos produtos para construção.

VENDAS EM ALTA

Um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) traça os investimentos de interesse da cadeia da construção entre 2009 e 2016. A pesquisa aponta que as construções habitacionais crescerão consideravelmente. A estimativa é que 65% dos moradores brasileiros façam reformas e ampliações nas residências e condomínios.

Para o gerente Claúdio Garlet, mesmo com demanda ainda inferior ao produtos considerados brutos, o crescimento da venda por materiais de acabamento é real. O que ele justifica devido à parte bruta da construção de vários estabelecimentos já estar em fase final, partindo agora somente para os acabamentos. O gerente esclarece que as vendas do material bruto como cimento, areia, brita entre outras, poderão até cair, devido à nova fase.

Conforme o proprietário de uma loja de materiais de construção, Paulo Ivan Guaitolini, a construção das usinas trouxeram um reflexo indireto, mas que mantiveram o ritmo das vendas dos materiais. Na construção de casas para pessoas físicas a disponibilidade de recursos aumentou elevando a 30% das vendas da loja. Materiais como piso revestimentos são vendidos a preços baixos.

PRODUTOS PRÁTICOS COM BAIXO CUSTO

Uma novidade no mercado, segundo Paulo, são os produtos importados da China. Pisos e revestimentos tiveram o custo bem mais em conta, um exemplo citado, são os porcelanatos, enquanto o metro do piso era vendido a R$ 180, ele reduziu para R$ 40, mas com a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o preço atingirá entre R$ 70 e R$ 80.

Paulo acrescenta ainda que em 2011 foram criados produtos com qualidade de acabamento, cerâmicas com técnicas de fabricação que facilita a obra e qualidade nas cores intensas das tintas. “Este ano haverá mais novidades, mas somente em março na Feira Internacional da Indústria da Construção que acontece em São Paulo serão demonstrados os novos produtos”, enfatiza.

As lojas facilitam na hora do pagamento dando opção de pagar a vista com desconto e parcelado com cartões de crédito. Na loja de Paulo, por exemplo, o desconto para o pagamento a vista é de 15%, sendo que ele parcela em até seis vezes no cartão. Uma opção a ser utilizada pelos compradores é a construcard, um tipo de empréstimo oferecido pela Caixa Econômica Federal e por outros bancos que liberam linha de crédito.

Outra novidade no mercado é a linha de crédito especial garantida através do FGTS.

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