Construtoras aderem às parceiras para a venda de imóveis novos

Aumento da velocidade e da força de venda dos imóveis novos. Em busca destes resultados, construtoras de outros Estados e com atuação no litoral catarinense têm substituído a exclusividade pelo estabelecimento de parcerias com um pool de construtoras locais, especialmente fora dos grandes centros urbanos. Este é o caso da Hestia Construções e Empreendimentos que, recentemente, aderiu ao novo modelo e hoje tem seus imóveis comercializados por diversas imobiliárias de Itajaí, entre elas a Brava Imóveis, Terra Imóveis, SR Imobiliária, Verus Imóveis, Via Imóvel e AMDG Imóveis.

De acordo com o supervisor comercial da Hestia em Santa Catarina, André Luis Rocha, por meio das parcerias, atualmente a empresa conta com 50 corretores que trabalham diretamente na venda de 70 apartamentos do Ilhas Gregas, em construção em Itajaí. “Isto permite com que mais pessoas conheçam o produto e possam analisar se o mesmo atende as suas necessidades. Cabe lembrar que, mesmo sem exclusividade, todo profissional só pode divulgar um empreendimento mediante uma autorização de vendas ou contrato de intermediação cedido pela construtora”, comenta.

Rocha explica que, no modelo adotado pela Hestia, cada imobiliária tem a responsabilidade pela divulgação e apresentação do empreendimento para a sua rede de parceiros, e o cliente participa do processo de negociação. Toda a comercialização é feita considerando os mesmos produtos e as mesmas condições de negócio e todos os parceiros recebem, de maneira periódica e simultânea, a atualização da tabela de vendas. “Desta forma, padronizam-se as informações sobre o imóvel e evita-se que existam discrepâncias em relação ao preço”, destaca.

Para o supervisor comercial, mais do que a exclusividade, a boa conceituação de um imóvel está relacionada ao bom atendimento, exatidão das informações repassadas, retorno rápido às solicitações do cliente, bem como à qualidade de acabamento que o empreendimento oferece. “Isto envolve muito mais do que entregar o objeto final, que é o imóvel”, diz Rocha.

A opinião é compartilhada pelas imobiliárias locais, que veem o modelo de parceria com bons olhos. “A exclusividade limita muito a venda no segmento imobiliário e deixa a empresa exclusiva numa zona de conforto, sabendo que quem quer comprar o produto irá até eles”, afirma o proprietário da SR Imóveis, Raul Mafra. “A cidade de Itajaí não está acostumada à exclusividade”, completa o sócio-proprietário da Imóveis Terra, Nelson Domareski Filho.

Para os empresários do setor, a prática está com os dias contados. “A parceira é o futuro, pois, possibilita que todas as imobiliárias trabalhem as vendas de forma justa, permitindo que o mercado esteja apto e disponível a todos”, analisa o corretor da Brava Imóveis, Claudio Vinicius Priess. “Quando o empreendimento torna-se exclusivo, não há acesso, não há conhecimento por parte de outros corretores e, automaticamente, ele é substituído por outro”, relata a responsável pelo marketing da Verus Imóveis, Tatiana Pacher Nazato.

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